Articles for Fevereiro 2007

A primeira moedinha

CM – Como é que as escolas podem obter receitas?

– M.L.R. – Em muitas escolas os pavilhões são alugados e os espaços de convívio também para baptizados e casamentos. Muitas escolas têm as suas lojas de conveniência para os estudantes, mas não há muita racionalidade nestes negócios.

O que é que pode mudar?

– Há a possibilidade de desenvolver esses negócios de forma mais harmonizada, para que as escolas, mas sobretudo os alunos e as suas famílias, possam tirar proveito. A ideia é que a valorização desses espaços possa ter como objectivo a qualidade dos serviços. As escolas mandam fazer t-shirts que dão aos alunos com marcas, sem nenhuma harmonização e a qualidade não é a primeira preocupação. O mesmo em relação aos produtos de papelaria, caderninhos, mochilas, tudo isso são áreas de negócio. Podíamos não apenas harmonizar a imagem mas também a qualidade dos produtos que são fornecidos e a preços aceitáveis, com tabelas. Uma t-shirt tanto pode ser vendida a trinta euros como a dez euros, não há nenhuma orientação.

Obscenidade hard-core

Este post é profundamente obsceno. Degradante. Aviltante. Se é uma pessoa sensível, não clique. Não veja. Fuja imediatamente para qualquer outro site. Encerre o computador ou retire a ficha da tomada.

Mas se mesmo assim quer tomar contacto com a mais profunda, hedionda e grotesca obscenidade em puro hard-core indecoroso, então clique aqui. A responsabilidade é exclusivamente sua.

Os autênticos filhos de Rousseau

“Uma criança que cresce numa sociedade civuilizada é ensinada a refrear os seus instintos naturais, a reprimir os seus verdadeiros sentimentos, a impor as categorias artificiais do pensamento conceptual sobre os seus sentimentos e a fingir que pensa e sente coisas que não sente nem pensa. Por conseguinte, a civilização é corruptora e castradora dos valores verdadeiros”. Assim, o que devemos fazer é “mudar a civilização de forma a possibilitar aos nossos instintos naturais uma expressão completa e livre.

 Confronte com:

Uma professora de 22 anos foi hoje “brutalmente agredida” pela mãe de uma aluna à porta da Escola Primária do Cerco, no Porto, tendo recebido tratamento hospitalar.

“Ficou com a cara toda aberta e o corpo coberto de escoriações e pisaduras. [A agressora] arrancou-lhe o cabelo, deu-lhe pontapés, bateu com tudo o que tinha.
Suponho que a educação “à Rousseau” começa a dar frutos. Encorajemos, pois, esta mãe e respectivo rebento a exprimir das mais variadas formas toda a sua criatividade, libertando-se das grilhetas opressoras da sociedade.