Articles for Janeiro 2010

Categorização

Acção ou operação mental, explícita ou implícita, que consiste em organizar  dados perceptivos, lexicais, etc. (colecções) em categorias ou classes definidas por certos critérios. Inserção de elementos em categorias assim formadas. A categorização já está presente nas actividades perceptivas do animal, capaz de tratar como pertencendo a uma mesma categoria estímulos que partilham um critério comum, apesar das diferenças que eles,  por outro lado, apresentam (assim, categorias quase conceptuais de «árvore» ou de «água»  foram evidenciadas no pombo). A categorização perceptiva pode aparecer como o fundamento da formação dos conceitos. No homem, ela é sem dúvida influenciada, por sua  vez, pelas categorizações semânticas .
Por outro lado, o estudo da organização das informações armazenadas na memória e da organização do léxico no sujeito falante mostrou o papel essencial que nelas desempenha a categorização, condição simultaneamente da amplitude dos dados armazenáveis e da eficácia dos processos de recuperação. Mas a arquitectura do sistema de categorização característico do  sujeito não corresponde necessariamente à sugerida pela análise formal dos dados; a categorização psicológica dos conceitos parece relevar mais dos conjuntos vagos ou dos protótipos do que das classes rigorosamente definidas.
M. Richelle
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Cursos de Educação e Formação de Adultos (EFA)

Disponibilizado pela Direcção Geral de Formação e Vocação, este livro “Cursos de Educação e Formação de Adultos – Orientações para a Acção” destina-se a apoiar as entidades e os profissionais ligados aos EFA.

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Educação à Distância: uma solução ou um problema?

A questão que serve de título ao presente artigo visa muito mais sugerir a necessidade de se debater o tema anunciado, do que delimitar de forma inequívoca uma posição a ser aqui defendida. Em outras palavras, gostaria de deixar claro, desde já, que não pretendo oferecer uma resposta precisa – seja favorável, seja desfavorável – às alternativas propostas no enunciado da questão.
Acredito que a Educação a Distância (EAD) pode ser, ao mesmo tempo, uma solução e um problema; nesse sentido, o que me interessa é discutir em que circunstâncias ela está-se construindo hoje no Brasil.
Para basear minha argumentação recorrerei, sobretudo, a dois níveis de informação que pretendo complementares: elementos teóricos da chamada análise sociotécnica da inovação (Item 2) e minha experiência docente no Laboratório de Educação a Distância da Universidade Federal de Santa Catarina – LED/UFSC (Item 3). Inicialmente, porém, apresentarei os motivos que ao meu ver explicam a atual expansão da EAD no país, processo legitimado inclusive por uma legislação que pela primeira vez na história reconhece formalmente esse modelo educativo (Item 1). Só no último item (Item 4), ponderarei a respeito das restrições que lhe são feitas.
Tamara Benakouche

Educação à Distância: uma solução ou um problema?

A questão que serve de título ao presente artigo visa muito mais sugerir a necessidade de se debater o tema anunciado, do que delimitar de forma inequívoca uma posição a ser aqui defendida. Em outras palavras, gostaria de deixar claro, desde já, que não pretendo oferecer uma resposta precisa – seja favorável, seja desfavorável – às alternativas propostas no enunciado da questão.
Acredito que a Educação a Distância (EAD) pode ser, ao mesmo tempo, uma solução e um problema; nesse sentido, o que me interessa é discutir em que circunstâncias ela está-se construindo hoje no Brasil.
Para basear minha argumentação recorrerei, sobretudo, a dois níveis de informação que pretendo complementares: elementos teóricos da chamada análise sociotécnica da inovação (Item 2) e minha experiência docente no Laboratório de Educação a Distância da Universidade Federal de Santa Catarina – LED/UFSC (Item 3). Inicialmente, porém, apresentarei os motivos que ao meu ver explicam a atual expansão da EAD no país, processo legitimado inclusive por uma legislação que pela primeira vez na história reconhece formalmente esse modelo educativo (Item 1). Só no último item (Item 4), ponderarei a respeito das restrições que lhe são feitas.
Tamara Benakouche

Portaria n.º 56/2010

O Decreto -Lei n.º 74/2004, de 26 de Março, com as alterações introduzidas pelos Decretos -Leis n.os 24/2006, de 6 de Fevereiro, e 272/2007, de 26 de Julho, estabeleceu os princípios orientadores da organização e gestão do currículo aplicáveis aos diferentes percursos do nível secundário de educação, que tiveram materialização na Portaria n.º 550 -D/2004, de 21 de Maio, com as alterações introduzidas pelas Portarias n.os 259/2006, de 14 de Março, e 1322/2007, de 4 de Outubro.
Considerando a existência no sistema educativo de alunos no ensino secundário com percursos curriculares diferenciados decorrentes das várias alterações que a matriz curricular constante do Decreto -Lei n.º 74/2004 sofreu, justo é que se permita àqueles que se mantêm ainda na matriz curricular original aprovada por este diploma o adequado ajustamento, sem descurar a equidade, que lhes permita a conclusão do ensino secundário.
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