Articles for Outubro 2010

Declaração de Cidadania Digital

A consciência digital engloba a educação precisa sobre o poder das tecnologias digitais e uma apreciação positiva ao utilizar estas tecnologias, bem como a capacidade de desenvolver e manter relacionamentos significativos; apreciar a sua própria auto-estima, interagir com pessoas de qualquer idade, cultura e sexo de maneira respeitosa e adequada, e expressar emoções de forma coerente com seus próprios valores.
Podemos encorajar a consciência digital em nós próprios e nos outros:
Obtendo e comunicando informações rigorosas e educação sobre o uso responsável das tecnologias digitais;
Delineando claramente as consequências que derivam do abuso da tecnologia digital;
Ilustrando claramente que agora somos todos cidadãos digitais existindo numa comunidade global ou “aldeia global”;
Oferecendo apoio e orientação aos cidadãos digitais para explorarem e afirmarem os seus próprios valores;
Modelando emoções, atitudes e comportamentos saudáveis ao interagir digitalmente com terceiros; e
Promovendo e aplicando capacidades de tomada de decisões informadas e responsáveis a todos as tomadas de decisão digitais
A sociedade pode aumentar a comunicação e a prática da responsabilidade e sensibilização para segurança digital do século XXI, proporcionando acesso a uma educação abrangente e rigorosa e dando, a qualquer pessoa de qualquer realidade demográfica, oportunidades de receber essa informação.
As famílias, meios de comunicação social, escolas e universidades, grupos de jovens, agências comunitárias, instituições religiosas, os fabricantes de tecnologias digitais e outros negócios, assim como o governo – a todos os níveis – têm papéis importantes a desempenhar para garantir que todos os cidadãos digitais no bairro global têm conhecimentos para compreender e aplicar uma orientação necessária e uniforme para a promoção de uma boa cidadania digital e prevenir problemas sociais decorrentes do abuso das ferramentas digitais (doença digital).
A sociedade deverá encorajar a utilização orientada e supervisionada das tecnologias digitais até que o utilizador final mostre ser cognitiva e emocionalmente maduro o suficiente para ser considerado económica, moral e juridicamente responsável pelos seus actos e pelas consequências resultantes da utilização de ferramentas e tecnologias digitais. Esse apoio deve incluir a educação sobre:
A natureza pública das acções digitais;
A permanência das acções digitais numa sociedade digital;
Resistir à pressão social, da comunicação social, dos pares e parceiros;
Todos os membros da sociedade devem ser considerados um vizinho (digital);
Os benefícios de se abster de comportamentos sexuais através de ferramentas e tecnologias digitais; e
O potencial económico, as responsabilidades morais e legais do abuso digital.
A sociedade deverá também reconhecer que muitos cidadãos digitais utilizam as ferramentas e tecnologias digitais irresponsavelmente para gratificação instantânea. Portanto, todos os cidadãos deverão receber educação e materiais de apoio que os ajudem a compreender e avaliar claramente a sua própria preparação e consciência digital antes de usarem ferramentas e tecnologias digitais. O uso responsável de ferramentas e tecnologias digitais deve basear-se numa mentalidade universal e preventiva de que a actividade digital é pública e permanente, e que a interacção com outros cidadãos digitais através de meios digitais deve ser:
Consensual;
Não-exploradora;
Honesta; e
Legal
Se estiver interessado em subscrever esta declaração, por favor contacte o Projecto MiudosSegurosNa.Net

Padrões de desempenho docente

O Ministério da Educação estabeleceu, com base na proposta do Conselho Científico para a Avaliação de Professores, os padrões de desempenho docente.

Com a definição dos padrões de desempenho docente pretende-se contribuir para orientar a acção dos docentes, estimular a auto-reflexão, articular a avaliação do seu desempenho e catalisar um debate construtivo e enriquecedor sobre a profissão docente.
Trata-se de um elemento de referência da avaliação do desempenho que deve ser lido em contexto, isto é, de acordo com o projecto e características de cada escola e com as especificidades da comunidade em que se insere.
Para mais informações, consultar:
Blog em http://blogmilfolhas.blogspot.com

Jogo interactivo sobre a UE

Este jogo interactivo permite, nas aulas, levar os alunos a identificarem os países-membros da UE. Salvaguarde-se o facto de apenas contemplar os 25 países anteriores ao alargamento de 2007.

Em alternativa, e já com a cronologia de adesão actualizada, fica esta sugestão.

Blog em http://blogmilfolhas.blogspot.com

Mundos de Vida na TSF

Eis uma notícia particularmente útil para as minhas estagiárias da “Mundos de Vida”: a TSF elaborou uma peça jornalística sobre a instituição.

Maus tratos, falta de cuidados básicos, carências educativas e afectivas. Estes são problemas comuns a muitas crianças e jovens em risco em Portugal. A grande maioria delas, quando são retiradas aos pais, não escapam à institucionalização. Outras são entregues a familiares que, apesar de voluntariosos, muitas vezes não conseguem dar uma vida melhor a estas crianças. Para contrariar esta tendência, a Associação Mundos de Vida, em Famalicão criou um projecto inovador no país, de uma bolsa de famílias de acolhimento temporário que recebem formação específica para tratar destes jovens. O projecto mereceu um lugar nos dez finalistas do Prémio Manuel António da Mota, destinado a instituições de solidariedade social. Um trabalho de Alexandra Nunes, Alexandrina Guerreiro e Herlander Rui
Para ouvir o áudio, clique aqui.

Mundos de Vida na TSF

Eis uma notícia particularmente útil para as minhas estagiárias da “Mundos de Vida”: a TSF elaborou uma peça jornalística sobre a instituição.

Maus tratos, falta de cuidados básicos, carências educativas e afectivas. Estes são problemas comuns a muitas crianças e jovens em risco em Portugal. A grande maioria delas, quando são retiradas aos pais, não escapam à institucionalização. Outras são entregues a familiares que, apesar de voluntariosos, muitas vezes não conseguem dar uma vida melhor a estas crianças. Para contrariar esta tendência, a Associação Mundos de Vida, em Famalicão criou um projecto inovador no país, de uma bolsa de famílias de acolhimento temporário que recebem formação específica para tratar destes jovens. O projecto mereceu um lugar nos dez finalistas do Prémio Manuel António da Mota, destinado a instituições de solidariedade social. Um trabalho de Alexandra Nunes, Alexandrina Guerreiro e Herlander Rui
Para ouvir o áudio, clique aqui.

12.º ano: e depois?

Vários alunos me têm questionado sobre o acesso ao ensino superior em 2010/11. Eis alguns links úteis para os diferentes casos:
Para utilizar o assistente, escolha os critérios para encontrar o curso pretendido. Se, por exemplo, o critério principal é a localização geográfica do estabelecimento de ensino, clique na coluna do lado esquerdo em “Distrito” e seleccione os estabelecimentos a que quer concorrer. Se sabe exactamente o curso que quer, clique em Área / Curso e seleccione o curso pretendido para obter mais informações.
Para saber mais sobre o acesso ao ensino superior, clique aqui.
Para aqueles que ponderam optar por um curso de Nível IV, eis os links:
Em alguns casos é possível ter acesso a bolsas de estudo e outros meios de apoio ao Estudante:
Aqueles que têm mais de 23 anos podem entrar no ensino superior através de outro contingente:
Obviamente, cada estudante deverá consultar os Serviços de Orientação da Escola e analisar as melhores opções em conjunto com a respectiva família.
Boas escolhas!