Articles for Maio 2014

Estamos no final do ano letivo, e agora?

O final do ano letivo aproxima-se com um acumular de certezas, de sonhos e de ilusões para muitos alunos, sinal de que trabalharam e esperam ver reconhecido o seu trabalho, malgrado os exames com as pressões e imponderáveis associados e que, em alguns casos, pregam partidas e desfazem sonhos, sendo certo que não será um drama sem solução. Haverá sempre tempo para recuperar. Nestes casos, costumo dizer que mais vale perder um ano agora, do que “andar a aquecer os bancos da universidade” em cursos de recurso, sem motivação e, por isso, sem resultados. Ficará bem mais caro, quer a nível económico, quer a nível da autoestima e expetativas de futuro. É muito frequente termos alunos a mudar de curso no ensino superior e muitos destes a fazer novamente exames de acesso. Convém recordar que o curso superior ou médio que hoje se tira pode não ser uma porta aberta para o trabalho para que cada um se sente vocacionado e para o qual tem aptidões. Seguramente esse curso prepara melhor o aluno para o processo de adaptação e de mudança a que terá de responder num mundo em rápida transformação, assim ele adquira o que constitui uma competência fundamental na formação atual: aprender a aprender, isto é, ter capacidade para em cada momento estar preparado ou ter a capacidade para enfrentar novos desafios, para ser inovador e empreendedor. Muitos reputados educadores e gestores referem, e disso já temos a prova, estamos a preparar (formar) jovens para profissões que ainda não existem.
Nesta época surgem, também, muitos alunos que, face aos resultados previsíveis no final do ano letivo e pouco animadores face às expetativas, pretendem anular a matrícula, convictos de que, em exame, terão melhores resultados. Salvaguardando os casos (muito poucos) em que isso é verdade, é um erro a anulação da matrícula. Os pais devem obter informação na escola sobre as diferentes e a melhor opção, que nem sempre é coincidente com a que o filho transmite. Ponderar muito bem estas situações e tomar a decisão mais acertada a longo prazo, não é, de maneira nenhuma, desprestigiante. Mais importante do que passar de ano ou concluir o ensino secundário é estar capacitado e ter as competências necessárias para o sucesso no ensino superior no curso que pretendem.
Para o 10º ano do ensino secundário estamos também a iniciar a fase das escolhas que determinarão o futuro: ensino regular ou ensino profissional? Aqui também se impõe muita ponderação na escolha. O ensino profissional é hoje uma excelente opção de futuro para muitos jovens, que permite um leque de opções que não excluem o ensino superior, aliás, alguns cursos profissionais (por exemplo Contabilidade versus a área das ciências socioeconómicas) preparam melhor os alunos para o ensino superior pela formação técnica que adquirem. Hoje os cursos profissionais deixaram de ser o parente pobre da educação e constituem uma opção válida não apenas para os alunos com resultados menos bons. As escolhas feitas no 10º ano começam a ser determinantes e devem ser muito ponderadas tendo em conta os conhecimentos e competências dos alunos e as suas perspetivas de futuro, mas também, os seus interesses e necessidades a curto prazo, bem como as suas aptidões e motivações para os cursos que pretendem. Mudar o percurso a meio do ensino secundário acontece com alguma frequência e acarreta uma experiência negativa que em nada favorece as aprendizagens. Apesar do desemprego, na escolha convém ter presente e ponderar os índices de empregabilidade de cada curso e que costumam estar disponíveis no IEFP.

António Pinto

http://www.correiodominho.com/cronicas.php?id=5964

 

 

“A formação é imprescindível na procura de emprego”

Com uma taxa de empregabilidade de cerca de 20 por cento resultante das formações ministradas pela Adere Minho, a directora geral Teresa Costa fala de alguma retoma da oferta de emprego, contudo, ainda longe do desejável.

http://www.correiodominho.com/noticias.php?id=78531

 

“Nós recebemos muitas candidaturas para estímulos e estágios profissionais, as empresas estão à procura de pessoas no mercados de trabalho, mas também procuram este tipo de apoios que está a ficar um bocadinho estrangulado. Mas nota-se que os empresários estão interessados em contratar gente”, Teresa Costa falava ontem após uma sessão simbólica de entrega de certificados de formação profissional que contou com a presença do director do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga, António Pinheiro.

As acções de formação da Adere-Minho decorreram nos meses de Novembro e Dezembro do ano passado, entre Braga, Soutelo e Ponte de Lima, envolvendo 180 formandos nas áreas da saúde, serviço de apoio à criança e secretariado num total de mais de 600 horas de formação. Em parceria com cooperativa d e serviços a Relha, a Adere-Minho ministrou mais 450 horas de formação nas áreas de hotelaria, artesanato, serviços domésticos, gestão e administração, contabilidade e fiscalidade, higiene e segurança no trabalho.

Na ausência de projectos financiados, a Adere-Minho estabeleceu uma parceria com Mazagão, estando nesta altura a decorrer um curso EFA bordador de 740 horas que envolve 17 formandos (um homem e 16 mulheres), bem como as formações garantia jovem de técnicas de procura de emprego destinadas a desempregados licenciados.

O director do Centro de Emprego e Formação Profissional de Braga falou de um ligeiro decréscimo na taxa de desemprego no concelho de Braga.
António Pinheiro salientou a importância da formação que é imprescindível, quer para os que estão desempregados, quer para os que estão no activo. “Cada vez mais temos de ter mais valias no emprego, e para os desempregados estas formações permite-lhes ganhar mais competências para num futuro próximo terem a oportunidade de conseguir um emprego”.

‘Ativar Portugal’, o portal com 350 vagas de emprego

Chama-se ‘Ativar Portugal’ e é um portal de emprego e formação profissional. A iniciativa da Microsoft arrancou esta quarta-feira com 350 ofertas de emprego, escreve o Diário Económico.

 

http://www.noticiasaominuto.com/economia/225675/ativar-portugal-o-portal-com-350-vagas-de-emprego

 

O portal de emprego ‘Ativar Portugal’, da responsabilidade da Microsoft, é lançado hoje. No dia em que fica online oferece 350 vagas de emprego na área das Tecnologias de Informação.

 

Além das vagas de emprego, explica o Diário Económico, o portal tem também disponíveis os currículos dos candidatos e ainda formação online.

Esta formação, que é gratuita, é direcionada não só para iniciados, mas também para aqueles que já têm um nível mais avançado.

“O Activar Portugal surge como resposta às dificuldades das empresas do sector em encontrar profissionais com as competências necessárias e específicas deste mercado”, afirma João Couto, diretor geral da Microsoft Portugal citado pelo Diário Económico.

O ministro da Economia, Pires de Lima, mostrou-se satisfeito com a assinatura do protocolo entre a Microsoft e o Instituto de Emprego e Formação que tem como objetivo formar e certificar 10 mil pessoas em tecnologia até 2017.

“A Microsoft é um bom exemplo de uma empresa privada, internacional, que assumiu um compromisso com Portugal e que nós valorizamos de forma muito particular, muito em particular no ministério da Economia”, afirmou o ministro citado pela Lusa.

Governo vai gastar 100 mil euros por ano com formação Microsoft nos centros de emprego

Os desempregados que estão inscritos nos centros de emprego do Instituto do Emprego e Formação Profissional vão passar a ter acesso a certificação Microsoft. O Governo vai alocar 100 mil euros por ano com este protocolo, que foi assinado hoje em Lisboa.

http://www.dinheirovivo.pt/Emprego/interior.aspx?content_id=3938927

 

“Com este programa, queremos uma média de 12 mil pessoas por ano a terem uma certificação profissional que é muito importante e abre portas no regresso ao mercado de trabalho”, disse o ministro da Solidariedade, Emprego e Segurança Social, Pedro Mota Soares, depois da assinatura do acordo.

Isto significa que o programa Microsoft Academy estará disponível nos 30 centros de formação do IEFP em Portugal. Este ano, o protocolo custará 50 mil euros ao Estado. Em 2015, terá um custo de 100 mil euros.

“As tecnologias são um segmento muito importante, pelo que significam de empregabilidade e de requalificação profissional”, acrescentou o ministro. “Temos muitas vezes pessoas com menos formação, menos qualificação, ou com uma qualificação que o mercado não consegue absorver.”

Jovens insultam e agridem professora

Quatro alunos de uma escola de Alfornelos, na Amadora, foram levados para a esquadra da PSP depois de terem insultado uma professora e agredido agentes da polícia.

http://www.cmjornal.xl.pt/detalhe/cm-tv/atualidade/jovens-insultam-e-agridem-professora