Fonte: http://adrenaline.uol.com.br/2017/02/07/48233/microsoft-lanca-campanha-de-cidadania-digital-para-um-comportamento-mais-adequado-na-internet/

07/02/2017

A Microsoft acaba de lançar a “Por Uma Internet Melhor“, uma campanha de cidadania digital para estimular um comportamento mais adequado e promover atitudes de respeitabilidade entre os usuários de internet. O gancho da ideia é o Dia de Internet Segura.

A campanha é baseada no Índice de Cidadania Digital, pesquisa feita em 2016 pela empresa com pessoas de 13 a 17 anos em 14 países da América Latina (Brasil incluso), examinando as atitudes e percepções das pessoas sobre comportamentos e interações online.

Depois da coleta das conexões de dados inferidos, o estudo detectou os 5 riscos constantes enfrentados pelos usuários de internet. São eles, em ordem de frequência: contato indesejado, ser tratado de forma maldosa, “trollagem”, receber mensagens sexuais indesejadas e assédio.

Os princípios da campanha são:

1 – Trate os outros como gostaria de ser tratado

Aja com empatia, compaixão e gentileza em cada interação e trate todos com dignidade e respeito.

2 – Respeite as diferenças

Compreenda diferentes perspectivas e evite ofensas e ataques pessoais.

3 – Pense antes de responder

Não publique ou envie nada que possa ofender outra pessoa, prejudicar reputações ou ameaçar a segurança de outros.

4 – Proteja você e os outros

Apoie as vítimas de abusos online, informando sobre atividades que ameacem a segurança de qualquer um e preservando evidências de comportamento inapropriado ou inseguro.

Os países que registraram os menores índices (e, portanto, os mais altos níveis de civilidade digital) foram Reino Unido (45), Austrália (51) e Estados Unidos (55). Na outra ponta, com os piores resultados estão, estão África do Sul (78), México (76) e Rússia (74). O Brasil atualmente está com 66 de índice.

 

 

Fonte: http://apublica.org/2017/03/truco-plano-de-aula-gratuito-ensina-estudantes-a-checar-informacoes/

 

Reconhecer informações falsas e evitar compartilhá-las pode ser muito difícil, ainda mais em meio ao excesso de conteúdo que circula pela internet. Para ajudar estudantes de ensino médio a desenvolverem essa habilidade, o Instituto Poynter – entidade norte-americana sem fins lucrativos que promove o ensino do jornalismo – desenvolveu um plano de aula que explica princípios da verificação de fatos. O guia faz parte das celebrações do Dia Internacional do Fact-Checking, comemorado em 2 de abril, e está disponível em 11 idiomas. A versão em português foi produzida pela Agência Pública, que mantém o projeto de fact-checking Truco.

As atividades do plano – que pode ser baixado gratuitamente no site do Dia Internacional do Fact-Checking – têm uma duração estimada de 75 minutos, o que permitiria encaixá-lo em uma aula dupla. Um folheto de quatro páginas é entregue aos alunos, e o professor pede a todos que se posicionem sobre o que acham do voto obrigatório ou do voto facultativo.

Em seguida, os estudantes têm acesso a três reportagens que tratam do tema. Uma delas é um texto equilibrado, com fatos e fontes indicados. As outras duas não apresentam quaisquer fontes e trazem afirmações radicalmente opostas sobre o tema. A ideia por trás do exercício é mostrar aos estudantes como suas opiniões pessoais podem evitar que escolham uma reportagem baseada em fatos.

Também faz parte do plano de aulas uma animação de 2 minutos, que explora as diferenças entre fatos e opiniões, notícias e boatos. O material produzido pelo Poynter ensina ainda como explicar as adolescentes as diferenças entre o que é uma opinião e um fato. Há um exemplo de como descobrir se uma notícia é falsa, usando pesquisa de imagem reversa para desvendar a afirmação de que a radiação do acidente nuclear de Fukushima, no Japão, teria chegado à costa oeste dos Estados Unidos.

Folheto do plano de aula que apresenta conceitos de checagem para estudantes do ensino médio

Não faltam dicas de ferramentas que podem ser úteis para desvendar boatos e correntes que circulam pela rede. Títulos em caixa alta, sites que não incluem uma seção descrevendo quem são os responsáveis ou os autores e a ausência de informações detalhadas sobre os proprietários do endereço estão entre alguns dos indícios que podem servir para detectar textos falsos. Professores que quiserem instrumentos adicionais para ensinar aos seus estudantes têm no guia indicações de artigos complementares, em inglês.

A última atividade prevista é a criação de posts, vídeos, GIFs, desenhos e memes nas redes sociais pelos próprios alunos, que poderão espalhar dicas de como descobrir notícias falsas na internet. Com isso, o conhecimento adquirido por eles passará a circular entre jovens que ainda não tiveram acesso ao plano de aula. E ficará mais fácil deter boatos e rumores que inundam as timelines de todos.

Detalhe de atividades previstas no plano de aula.

Fonte: https://4gnews.pt/dica-detector-de-plagio-gratuito/

Ferramenta particularmente util no contexto académico

O plágio (vulgo cópia) é um fenómeno que teima em persistir no mundo académico e mesmo no mundo digital. Apesar de existirem várias ferramentas de verificação de fontes e correspondência, por vezes um simples detector de plágio fará toda a diferença na tua vida profissional ou pessoal.

No mundo digital e particularmente nas publicações de imprensa, sector onde os Blogs se têm evidenciado, nem sempre reina a boa -fé ou o profissionalismo e código de conduta adequada. Passos simples como declarar as fontes de informação são frequentemente omitidos e um simples detector de plágio pode fazer a diferença na hora de confrontar alguém que possas estar a usar indevidamente as tuas palavras e o teu trabalho.

Contudo, é no contexto académico em que um detector de plágio se revela particularmente útil. Em Portugal e no Brasil a maioria das universidades e instituições de ensino superior já utilizam pelo menos um detector de plágio. Sempre que submetes um trabalho, um relatório ou até uma tese (monografia), deves, obviamente declarar todas as tuas fontes de forma clara e não custa nada certificar-te de que o teu trabalho é, essencialmente, original.

detector de plágio
Relatório completo
 

O Plag.pt apresenta como principais vantagens a rapidez e o facto de trabalhar no modo “Fremium”. Isto é, podes submeter os teus trabalhos para revisão e análise, recebendo o relatório gratuitamente. Se sentires que a análise não está suficientemente abrangente ou concreta podes fazer um pagamento único, desbloqueando várias ferramentas adicionais e ainda mais detalhes na análise dos teus documentos.

Este detector de plágio seria perfeito se pudesse analisar documentos em PDF mas, sendo ele gratuito, não estava à espera que fosse extremamente abrangente e repleto de funcionalidades.  Em suma, serve bem para analisar documentos de texto mas gostaria de ver mais formatos uma vez que uso, maioritariamente, arquivos em PDF.

Algo que gostei particularmente foi o sistema de pontuação apresentada pelo detector de plágio. Isto é, após a análise o teu documento receberá uma pontuação de 0 a 100% que reflecte a percentagem de cópia presente no teu documento. Desde o número de frases similares, paráfrase e transcrições e até nos dá os links (as ligações) de algumas fontes. Um relatório bastante detalhado, mesmo num serviço gratuito. Receberás as informações no ecrã passado cerca de um minuto ou, caso tenhas desligado o computador, receberás as informações no teu email.

detector de plágio

Existem vários sites a prestar essencialmente o mesmo tipo de serviços mas raros são aqueles que te dão tanto detalhe nos seus relatórios e rapidez na produção dos mesmos. Temos o plagiarisma, o plagium, o Plagtracker, Duplichecker, o Copyscape, entre outros. Especialmente se trabalhares num Blog ou numa pequena redação, estas pequenas ferramentas gratuitas podem ser bem úteis. O meu veredicto acaba por ser positivo quanto aos serviços oferecidos pelo Plag.pt. É simples de usar e o modo fremium não é enganador.

Por vezes utilizamos certas frases, certos parágrafos ou mesmo certos textos e pensamentos como se fossem nossos. Incorporando-os de seguida nas nossas publicações. Ao invés de ser usado como fonte de inspiração para que o aluno, em seguida, desenvolva a sua própria investigação ou linha de pensamento, certos trechos são simplesmente copiados e incorporados no trabalho. Mais uma vez, nem sempre as fontes são devidamente citadas.

detector de plágio
Relatório no email

Sobretudo no ensino superior, e mesmo no secundário e básico, os professores estão cientes deste fenómeno e acreditem que já existem várias ferramentas de verificação, um simples detector de plágio pode expor o verdadeiro empenho que o aluno dedicou ao trabalho. Por outro lado, se fores aluno, certifica-te de que a tua publicação não apresenta um índice preocupante neste detector de plágio. Ao usares o Plag.pt o documento não ficará timbrado, isto é, podes submeter o teu trabalho sem qualquer preocupação. Especialmente nas imediações de um final de período ou semestre, a pressão aumenta, tal como a tentação.

Plag.pt – Detector de Plágio Gratuíto

O Plag.pt é um site que te permite averiguar de forma simples e expedita o grau de originalidade do teu artigo/trabalho. Através de uma comparação com os milhares de artigos/textos na Internet, este detector de plágio fornecerá  um relatório bem completo das frases que são plagiadas e chega mesmo a oferecer a possibilidade de verificar a fonte de cada frase exibida como plágio. Podes desbloquear mais funcionalidades mediante um pagamento único.

De forma rápida, este detector de plágio dá-te um relatório bem abrangente dos elementos da tua publicação. Trata-se de uma ferramenta útil para docentes e alunos ao mesmo tempo, poupando tempo ao docente e incentivando o aluno a esforçar-se mais. Em suma, este detector de plágio não deixa margem de dúvidas quanto à originalidade de um texto.Detector de Plágio

O Plag.pt é um serviço gratuito, implica o registo mas o mesmo pode ser efetuado com a tua conta Facebook, Google, etc. Podes submeter documentos em formato .doc e .docx. Numa questão de  minutos receberás no programa, ou no teu email caso tenhas fechado a página, o relatório completo com a percentagem de plágio presente no teu trabalho e os conteúdos plagiados apresentados a vermelho. Consulta este detector de plágio, aqui.

Endereços eletrónicos de alunos menores de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, Açores, estão acessíveis na Internet há vários anos, com dados pessoais como nome e idade.

Na página na Internet da escola básica integrada de Angra do Heroísmo, os endereços eletrónicos de diversos alunos surgem acompanhados do nome completo, idade, turma e ano de escolaridade, em listagens do Departamento de Matemática do estabelecimento de ensino.

Estas listagens são relativas à resolução do “problema do mês”, nas quais surgem, igualmente, as notas que os alunos obtiveram neste ano letivo neste concurso, que visa “incentivar o gosto pela Matemática”.

Listas idênticas de anos letivos anteriores estão acessíveis na página da escola, mas sem hiperligação, através de pesquisa no Google, e, além de incluírem endereços eletrónicos de dezenas de alunos daquela escola, integram endereços de alunos do Colégio de Santa Clara, igualmente na ilha Terceira, que terão participado no concurso.

À agência Lusa, o diretor regional da Educação, José Freire, reconheceu que “esta informação está na Internet, mas não devia estar”.

“O nome dos alunos, quando muito, poderia estar, mas não os seus endereços eletrónicos”, afirmou José Freire que, após ser confrontado com a situação, garantiu que a tutela “está a envidar esforços para que toda a informação seja apagada, quer a que está visível no site da escola, quer aquela que pode ser pesquisada” através do motor de busca Google.

O responsável assegurou ter já dado “indicações à escola para que essas ligações deixem de estar imediatamente online”.

“Isto não devia ter acontecido, mas não houve aqui má-fé, nem intencionalidade de divulgar estes dados, que são pessoais. Nunca ninguém na escola quis colocar em causa a segurança dos alunos”, declarou José Freire, considerando que assim que foi publicada a nota do concurso, deveria ter sido imediatamente tirada da Internet [a lista]”.

O diretor regional da Educação explicou que “a divulgação não é da base de dados geral dos alunos da escola, mas, apenas, os endereços de alunos que participam ou participaram naquele concurso”.

“O facto é que, apesar de infelizmente estes dados estarem acessíveis, alguns dos quais, desde 2009/2010, nunca a escola nem a tutela recebeu qualquer queixa relacionada com a situação”, frisou, acrescentando que vai ser solicitado à gestão do estabelecimento de ensino explicações sobre “este procedimento indevido”.

José Freire assegurou ainda que a tutela vai envidar “esforços, para além daquelas informações que são remetidas com frequência sobre dados pessoais de alunos, no sentido de que situações como esta não se repetirem”.

Fonte: http://www.jn.pt/nacional/interior/enderecos-eletronicos-de-alunos-menores-disponiveis-na-net-5738958.html