reconocimiento-facial

La Universidad Europea Miguel de Cervantes (UEMC) incorpora a dos de sus másteres online (el Máster en Dirección y Administración de Empresas – MBA y el Máster en Dirección y Gestión de Personas, impartidas en colaboración con la Escuela de Negocios y Dirección ENyD), un innovador sistema de reconocimiento facial que permite a los alumnos examinarse sin necesidad de acudir presencialmente a la sede más cercana. Esta nueva tecnología solo requiere que el alumno disponga de conexión a Internet y una webcam. Con este sistema se verificará que la persona que está haciendo el examen es la persona matriculada. Además, el sistema de reconocimiento facial permitirá verificar la identidad de forma continuada gracias a la captura automática de imágenes a través de la webcam del terminal del usuario, con las que el sistema elaborará un modelo biométrico de sus rasgos faciales.

Ahorro de costes

Además de romper las barreras geográficas, se acaba con los costes económicos, de tiempo y de organización que conlleva desplazarse a la sede más cercana de la universidad para evaluarse. El sistema requiere una colaboración mínima por parte del usuario. Únicamente debe realizar el registro inicial y contar con los requisitos técnicos necesarios, siendo estos, conexión a Internet, una webcam y un navegador actualizado. Esta tecnología garantiza la seguridad y privacidad de los datos e información del alumno mediante el almacenaje de los mismos en servidores cloud protegidos y seguros. Así, se elimina el riesgo de fraude, la pérdida o robo de datos y las malas prácticas en el uso de información.

Francisco Santos Villarón, director general de la Escuela de Negocios y Dirección, ENyD, y de la Escuela de Negocios Digitales (ESNEDi) indica que “antes de incorporar el sistema como definitivo (con el que han estado dos años realizando pruebas y definiendo protocolos de actuación) hemos realizado lo que podríamos llamar varias pruebas de estrés: con muchos participantes, varios de ellos adoptando roles negativos en una prueba de evaluación, es decir, copiando, apareciendo otra persona, abriendo navegadores al margen del campus virtual”. Además, asegura, que “esta opción de examen se incorporará paulatinamente a todas nuestras titulaciones online. Ahora comenzaremos por los másteres, principalmente por el tipo de prueba de evaluación que se plantea a los alumnos y que es eminentemente práctica. En los siguientes cursos se incorporará a programas de grado”.

Asimismo, desde la escuela de negocios, afirman que son “pioneros en España en programas oficiales, si bien este mismo curso otra universidad también comenzará a utilizarlo. En el caso de Latinoamérica, algunas instituciones educativas comenzaron a utilizarlo ya el curso anterior”.

Fonte: http://red-dusc.blogspot.pt/2017/05/la-profesion-docente-en-la-sociedad-del.html

Fonte: https://4gnews.pt/dica-detector-de-plagio-gratuito/

Ferramenta particularmente util no contexto académico

O plágio (vulgo cópia) é um fenómeno que teima em persistir no mundo académico e mesmo no mundo digital. Apesar de existirem várias ferramentas de verificação de fontes e correspondência, por vezes um simples detector de plágio fará toda a diferença na tua vida profissional ou pessoal.

No mundo digital e particularmente nas publicações de imprensa, sector onde os Blogs se têm evidenciado, nem sempre reina a boa -fé ou o profissionalismo e código de conduta adequada. Passos simples como declarar as fontes de informação são frequentemente omitidos e um simples detector de plágio pode fazer a diferença na hora de confrontar alguém que possas estar a usar indevidamente as tuas palavras e o teu trabalho.

Contudo, é no contexto académico em que um detector de plágio se revela particularmente útil. Em Portugal e no Brasil a maioria das universidades e instituições de ensino superior já utilizam pelo menos um detector de plágio. Sempre que submetes um trabalho, um relatório ou até uma tese (monografia), deves, obviamente declarar todas as tuas fontes de forma clara e não custa nada certificar-te de que o teu trabalho é, essencialmente, original.

detector de plágio
Relatório completo
 

O Plag.pt apresenta como principais vantagens a rapidez e o facto de trabalhar no modo “Fremium”. Isto é, podes submeter os teus trabalhos para revisão e análise, recebendo o relatório gratuitamente. Se sentires que a análise não está suficientemente abrangente ou concreta podes fazer um pagamento único, desbloqueando várias ferramentas adicionais e ainda mais detalhes na análise dos teus documentos.

Este detector de plágio seria perfeito se pudesse analisar documentos em PDF mas, sendo ele gratuito, não estava à espera que fosse extremamente abrangente e repleto de funcionalidades.  Em suma, serve bem para analisar documentos de texto mas gostaria de ver mais formatos uma vez que uso, maioritariamente, arquivos em PDF.

Algo que gostei particularmente foi o sistema de pontuação apresentada pelo detector de plágio. Isto é, após a análise o teu documento receberá uma pontuação de 0 a 100% que reflecte a percentagem de cópia presente no teu documento. Desde o número de frases similares, paráfrase e transcrições e até nos dá os links (as ligações) de algumas fontes. Um relatório bastante detalhado, mesmo num serviço gratuito. Receberás as informações no ecrã passado cerca de um minuto ou, caso tenhas desligado o computador, receberás as informações no teu email.

detector de plágio

Existem vários sites a prestar essencialmente o mesmo tipo de serviços mas raros são aqueles que te dão tanto detalhe nos seus relatórios e rapidez na produção dos mesmos. Temos o plagiarisma, o plagium, o Plagtracker, Duplichecker, o Copyscape, entre outros. Especialmente se trabalhares num Blog ou numa pequena redação, estas pequenas ferramentas gratuitas podem ser bem úteis. O meu veredicto acaba por ser positivo quanto aos serviços oferecidos pelo Plag.pt. É simples de usar e o modo fremium não é enganador.

Por vezes utilizamos certas frases, certos parágrafos ou mesmo certos textos e pensamentos como se fossem nossos. Incorporando-os de seguida nas nossas publicações. Ao invés de ser usado como fonte de inspiração para que o aluno, em seguida, desenvolva a sua própria investigação ou linha de pensamento, certos trechos são simplesmente copiados e incorporados no trabalho. Mais uma vez, nem sempre as fontes são devidamente citadas.

detector de plágio
Relatório no email

Sobretudo no ensino superior, e mesmo no secundário e básico, os professores estão cientes deste fenómeno e acreditem que já existem várias ferramentas de verificação, um simples detector de plágio pode expor o verdadeiro empenho que o aluno dedicou ao trabalho. Por outro lado, se fores aluno, certifica-te de que a tua publicação não apresenta um índice preocupante neste detector de plágio. Ao usares o Plag.pt o documento não ficará timbrado, isto é, podes submeter o teu trabalho sem qualquer preocupação. Especialmente nas imediações de um final de período ou semestre, a pressão aumenta, tal como a tentação.

Plag.pt – Detector de Plágio Gratuíto

O Plag.pt é um site que te permite averiguar de forma simples e expedita o grau de originalidade do teu artigo/trabalho. Através de uma comparação com os milhares de artigos/textos na Internet, este detector de plágio fornecerá  um relatório bem completo das frases que são plagiadas e chega mesmo a oferecer a possibilidade de verificar a fonte de cada frase exibida como plágio. Podes desbloquear mais funcionalidades mediante um pagamento único.

De forma rápida, este detector de plágio dá-te um relatório bem abrangente dos elementos da tua publicação. Trata-se de uma ferramenta útil para docentes e alunos ao mesmo tempo, poupando tempo ao docente e incentivando o aluno a esforçar-se mais. Em suma, este detector de plágio não deixa margem de dúvidas quanto à originalidade de um texto.Detector de Plágio

O Plag.pt é um serviço gratuito, implica o registo mas o mesmo pode ser efetuado com a tua conta Facebook, Google, etc. Podes submeter documentos em formato .doc e .docx. Numa questão de  minutos receberás no programa, ou no teu email caso tenhas fechado a página, o relatório completo com a percentagem de plágio presente no teu trabalho e os conteúdos plagiados apresentados a vermelho. Consulta este detector de plágio, aqui.

Los campus invierten en sistemas informáticos para poner freno al ‘corta y pega’ en los trabajos académicos

Fonte: http://economia.elpais.com/economia/2015/06/05/actualidad/1433510626_359303.html?rel=mas?rel=mas

Hace poco, Zulema Calderón, profesora de la Universidad Francisco de Vitoria(UFV), encargó a sus estudiantes de primer año de Derecho una pequeña investigación sobre grandes juristas de la historia. Los jóvenes, de entre 17 y 19 años, tenían que escoger entre personajes de la talla del filósofo Aristóteles, el teólogo Santo Tomás de Aquino, el jurista Hans Kelsen o el médico Wendell Holmes y exponer su aportación a las leyes en un artículo de unos 10 folios.

Cumplido el plazo para la entrega de los trabajos, Calderón los sometió al análisis de Ephorus, un software antiplagio que la universidad empezó a utilizar en el curso 2013-2014. El sistema detectó que los artículos de seis de los 40 estudiantes de la clase contenían párrafos copiados de webs que en conjunto suponían más del 40% del texto. En otros ocho trabajos, el porcentaje de copiado se situaba entre el 15% y el 20%.

“Hablé con cada uno de ellos por separado y les mostré la evidencia. Ephorus da un análisis detallado contra el que no cabe excusa”, señala. Pero lo más preo­cu­pante para la profesora fue la reacción de sorpresa de los alumnos ante lo que no consideraban una falta. “La mayoría lo había hecho sin malicia porque no tenía conciencia de que plagiar estaba mal. Los jóvenes de hoy tienen la cultura del copy-paste metida en su ADN y cuesta sacársela. Como es una generación que no lee, tampoco escribe y como escribe mal, copia. Es un círculo vicioso”, sostiene.

Al igual que Calderón, profesores de todos los niveles educativos se enfrentan a diario a la misma ingrata experiencia. El plagio de documentos académicos ha existido siempre, pero hace 20 años no era tan fácil como ahora. Se podía copiar un libro, pero había que hacerlo a mano, lo que al menos obligaba a una lectura superficial. Ahora, en cambio, la tarea que podía tomar horas se ha reducido a dos toques sobre la pantalla del móvil.

En 2007, la Universidad de las Islas Baleares efectuó una encuesta sobre esta práctica entre estudiantes usuarios del portal Universia. Los investigadores encontraron que seis de cada 10 alumnos aceptaban haber copiado y pegado fragmentos procedentes de una web. Además, nueve de cada 10 afirmaba que esta era una práctica extendida entre sus compañeros.

Frente a esta problemática, las universidades españolas han empezado a blindarse. Al igual que la UFV, muchas han incorporado tecnologías para la detección de plagios, algunas desarrolladas por ellas mismas y otras por terceros. En septiembre pasado, por ejemplo, la Universidad de León informó que pagará 9.000 euros al año por la licencia de Turnitin, un proveedor estadounidense de software antiplagio, aprovechando un descuento del 50% conseguido para sus asociadas por la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas (CRUE). La institución leonesa tomó esta medida después de que en una prueba piloto detectara que el 60% de los trabajos de sus estudiantes presentaba algún nivel de plagio.

Turnitin es el sistema más popular en España, entre otras cosas porque puede integrarse en Moodle, la aplicación web de acceso gratuito que utilizan casi todas las universidades españolas para administrar sus campus virtuales. La herramienta compara las frases de los textos analizados con los publicados en 45.000 millones de páginas webs. Luego muestra las partes coincidentes y las fuentes de las que han sido tomadas para que el profesor pueda valorar el grado de similitud.

“Llevamos tres años usando Turnitin”, indica Pedro Pérez Celis, subdirector para asuntos de gestión del conocimiento e infraestructuras de la Universidad Pontificia Comillas ICAI-ICADE. “El primer año, la tasa de copia era alta, pero el último año ha bajado bastante porque el sistema tiene un efecto disuasorio: el estudiante es consciente de que si plagia, lo van a coger”, precisa.

Turnitin informa de que actualmente 31 instituciones educativas usan la aplicación en España. De ellas, 21 son universidades y 14 son escuelas de educación secundaria. En el mercado hay más proveedores: la sueca Urkund, la francesa Compilatio, la británica CopyScape, la polaca Strike Plagiarismy la española Approbo son algunos.

La Universidad Oberta de Catalunya(UOC), 100% online, es de las que ha desarrollado su propia herramienta, aunque esta compara los textos de sus alumnos con documentos de su base de datos. Jordi Durán, jefe de proyectos tecnológicos de la UOC, justifica este modelo porque el tipo de plagio más común es el que se da entre estudiantes del mismo centro. Sin embargo, la institución planea atacar también la copia de Internet.

“Estamos valorando entre Turnitin, Urkund y Strike Plagiarism cuál es la que ofrece mayor cobertura y grado de acierto”, revela Durán. En paralelo, la UOC ha puesto en marcha dos nuevos proyectos de investigación, uno para desarrollar un programa que permita comprobar la autoría de un estudiante a partir de su estilo de escritura, y otro para determinar si los vídeos subidos por sus alumnos contienen imágenes originales o han sido tomadas de otros.

Pero por efectiva que sea la aplicación, Zulema Calderón, profesora de la UFV, advierte de que la solución no debe agotarse en la detección: “Hay que atajar el problema en el origen, es decir, en la voluntad del alumno. Hay que explicarle que plagiar no solo es una falta grave, sino que constituye también una oportunidad de aprendizaje perdida”.

TECNOLOGÍA PARA EL ‘ALUMNO 3.0’

Las universidades no solo están invirtiendo en tecnología para detectar el plagio, sino también para adaptarse a una nueva realidad que es la del estudiante conectado. En la Universidad Europea lo llaman el alumno 3.0. “Nuestro modelo académico se basa en la clase invertida”, dice Silvia Lavandera, responsable de tecnología. “El alumno asimila los contenidos en casa y hace las tareas en el aula, a la que ya no llega a sentarse y escuchar, sino a generar contenidos multimedia: apps, vídeos, mapas…”, precisa. El centro está testando también el uso de las Google Glass: enfermeros graban su día a día en un hospital y transmiten en tiempo real lo que están viviendo a un auditorio de alumnos de estudios de Salud y Biomédica.

La Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), por su parte, ha creado un corrector electrónico que permite a los docentes trabajar sobre pruebas escaneadas, hacer marcas con el lápiz electrónico o el teclado, mostrar las correcciones o no a los alumnos y enviarles la nota. También permite que los exámenes tipo test se vuelquen en el programa y se corrijan de manera automática.

Por último, está Revisely, una aplicación que ayuda a los docentes en la tarea de corregir textos: detecta errores gramaticales y faltas de ortografía, y los acompaña de comentarios al margen. Además, proporciona al profesor la posibilidad de anotar sus propias observaciones y recomendar cambios al alumno. El programa nació hace un año en Holanda, donde es utilizado por las universidades de Tilburg y Utrecht, y está tratando ahora de introducirse en España, donde ha recibido 100.000 euros en capital semilla de la aceleradora Impact.

El caso del rector destapa la lentitud y las trabas para evitar el robo de contenidos académicos.

Los expertos reclaman más control y actuaciones a escala nacional

Fonte: http://politica.elpais.com/politica/2017/01/06/actualidad/1483737559_825245.html
La reunión terminó con una ovación. Fernando Suárez, rector de la Universidad Rey Juan Carlos de Madrid, anunció el 20 de diciembre ante 50 personas que iba a adelantar las elecciones. Negó que hubiera plagiado. Y se fue de vacaciones para pensar si presenta su candidatura, algo que aún no ha confirmado oficialmente aunque distintas voces le sitúan ya fuera del poder. Salvo dos intervenciones, en el consejo de gobierno nadie pidió su marcha tras haber copiado (erratas incluidas) decenas de páginas de una veintena de compañeros investigadores en 12 publicaciones. El caso, que ha saltado las fronteras,ejemplifica de forma excepcional la tendencia de la Universidad a mirar para otro lado ante los plagios de sus investigadores, aunque sí se suspenda a los alumnos que hacen lo mismo.

La copia del rector no es una anécdota. Gracias a las publicaciones, se logran sexenios que premian la producción investigadora con un mayor sueldo y la opción, siendo catedrático, de presentarse al cargo de rector. En el caso de Suárez, además, hay plagio en una de sus dos tesis doctorales, por lo que en otro país estaría en juego incluso ser profesor titular. No en España, donde es un delito prescrito.

Los expertos demandan mecanismos de actuación más ágiles y coordinación entre universidades, una especie de Sociedad General de Autores y Editores (SGAE) como la que rige en el mundo de la cultura, que vele por los intereses de los campus, en lugar de que sea el supuesto plagiado quien denuncia en solitario o que un compañero esté al quite.

Hace dos años, el profesor Jorge Gelman, de la Universidad de Buenos Aires, alertó en un correo de que una docente de Historia de América de la Universidad de Sevilla (US) había plagiado “de manera sistemática” dos trabajos suyos “sin comillas o siquiera una mención al origen”. Lo acompañó de dos comunicados de la revista que había publicado el artículo de la investigadora en los que se reconocían los hechos. El departamento de la US trasladó el asunto al vicerrectorado de Investigación para que determinara “posibles sanciones”. “Luego un profesor demostró que la tesis de esta persona contenía numerosos plagios de mi obra y de colegas, y lo mismo sucedía con otros trabajos”, señala Gelman. La aludida asegura a este periódico que la instrucción abierta por la denuncia de Gelman se cerró. Declina explicar cuál fue el apercibimiento. Hay una nueva causa abierta de la que ni ella ni el campus hablan. Emilio Luque, director del departamento de Historia de América, que fue quien trasladó la denuncia de Gelman al vicerrectorado, considera que faltan “procedimientos específicos para abordar el plagio, hecho que explica lo dilatado del proceso y el silencio institucional, como forma de garantizar la presunción de inocencia de los afectados”.

Otros casos caen casi en el olvido. En febrero de 2016 la Complutense anuncióque ante las “dudas” investigaría la tesis de César Acuña, candidato a las elecciones peruanas. Casi un año después, los servicios jurídicos de la Comunidad de Madrid la revisan.

La Universidad de Barcelona, por su parte, determinó en marzo de 2016 que le retiraría el título de doctor a un político de Convergència, Marc Guerrero, por copiar literalmente cuatro páginas de un libro. Casi un año después, y tras las alegaciones, la universidad “está realizando un último informe que trasladará a la Comisión Jurídica Asesora de la Generalitat. Ellos serán los que tendrán la última palabra”, explican desde el campus catalán.

Guillermo Orozco, catedrático de Derecho Civil en Granada, cree que “ningún rector se va a meter a hacer un código disciplinario que castigue el plagio”. Propone que se encargue la CRUE (la conferencia de rectores españoles) o el Ministerio de Educación. La primera lanzó un comunicado dos meses después de que saltara el caso del rector de la Rey Juan Carlos en El Correo Gallego,condenando el plagio en general y apartando a Suárez de la vocalía de su institución, pero sin entrar en nada más. El ministerio se ha mantenido aún más de perfil. Alude a la autonomía universitaria y no ha respondido a este periódico sobre cómo podían actuar Aneca y CNEAI, dos organismos suyos que acreditan a los docentes y revisan los sexenios de investigación en base a una obra que, en el caso del rector, está en duda.

Orozco cree que los trabajos de los profesores deberían pasar por una herramienta informática antiplagio, como se fuerza a los alumnos de máster. “Esa herramienta debería estar controlada por una oficina independiente, que emitiese un documento acreditativo de que no hay plagio”, opina. Cuando un investigador presenta un artículo —sea para que le acrediten o para que se publique—, debe presentar una declaración de veracidad y con eso se le presupone la buena fe.

Armand Sánchez, vicerrector de Investigación y Transferencia de la Autónoma de Barcelona, coincide en la necesidad de un código nuevo. Su campus cuenta desde 2013 con un código de buenas prácticas en investigación, pero resulta difícil de aplicar. “El instructor de un expediente entrevista al supuesto infractor, llama a los testigos… y tiene un problema serio porque, cuando va a proponer una sanción, se encuentra con unas leyes obsoletas, y que no se puede saltar, que tipifican las faltas de forma que muchas veces el delito ya prescribió”. El régimen disciplinario de los funcionarios, de 1986, contempla que las faltas leves caduquen en un mes y las muy graves en seis años. De ahí la importancia de actuar pronto.

El vicerrector Sánchez no cree que la Universidad no persiga el plagio, pero reconoce que “no se hace escarnio público como en otros países”. En la Autónoma de Barcelona han detectado plagios en las semanas anteriores a defensa de la tesis -hay una copia en el departamento a disposición de otros investigadores- y ahora, tras una denuncia anónima en una web estadounidense, investigan la posible manipulación de unas imágenes en un artículo.

“Aquí hay una cultura de la connivencia. Nos movemos en clave de familia, que nadie se entere, que se quede en casa. La corrupción es una regla social. Por ejemplo, en un tablón de notas un alumno protestó porque otro había plagiado, y la directora del máster se molestó. O un doctorando escribió a un departamento al detectar plagio en las actas de un congreso y minimizaron el problema”, se lamenta Rosa Medina Doménech, profesora de Historia de la Ciencia en Granada. Ella, con otros 40 profesores como el catedrático Orozco, crearon en 2008 la Plataforma contra el Plagio.

Orozco reclama un gabinete de propiedad intelectual en cada campus, similar al de la SGAE. “Los investigadores no son conscientes de sus derechos y con la digitalización se hace muy fácil plagiar”. La única forma de defenderse es en los tribunales. “Se queda en una guerra individual, con la erosión personal y económica que supone presentar las pruebas del delito. Además, el plagio se desliza al campo de lo penal que es más exigente en los requisitos”. El Código Penal persigue el plagio industrial, es decir, si hay lucro con la copia. Si no a la víctima solo le queda la vía civil, con una indemnización económica por daños morales. El artículo 270 dice: “Será castigado con la pena de prisión de seis meses a cuatro años y multa de doce a veinticuatro meses el que, con ánimo de obtener un beneficio económico directo o indirecto y en perjuicio de tercero, reproduzca, plagie […] en todo o en parte, una obra o prestación literaria”.

Algunos plagiados sí cuentan con el apoyo del equipo rector. Así, la Universidad de Gran Canaria anuló una tesis plagiada y la justicia confirmó en 2016 la sanción. O la de Murcia, que respaldó a una profesora interina de Derecho Mercantil a quien un catedrático plagió dos veces la tesis. Él tuvo que indemnizarla con 5.000 euros y la sentencia fue publicada en un periódico.

Solo seis docentes de los 1.600 de la Universidad Rey Juan Carlos han firmado la carta en la que cinco plagiados por Suárez piden su dimisión. Ante la parálisis general, Josefina Bueno, directora general de Universidades de la Comunidad Valenciana, reclama una respuesta: “Si el caso del rector queda impune, será por culpa de la mediocridad de las personas que le rodean, que son cómplices del plagio, un hecho reprobable. Está en juego la salud democrática de nuestras instituciones”.