7 Ferramentas Para Apanhar Os Plagiadores

Fonte: https://www.educatech.pt/2019/02/28/7-ferramentas-para-detetar-plagio/?

 O Que É Plágio?

Definição retirada do dicionário online da Priberam

Curioso verificar que a palavra tem origem latina (quem diria) e que está associada ao roubo de escravos. Provavelmente, tal como eu, não tinhas essa noção.

Ao fim e ao cabo, para o que nos interessa nas escolas, o plágio é a cópia de obras ou pensamentos de outros apresentados como originais por quem apresenta o trabalho.

É um problema simples que se resolve com a indicação dos autores?

Sim e Não. Depende dos objetivos do trabalho e de como é feita essa referência. Se é real e total, ou se é parcial. Ou até, como acontece em alguns casos, se se fazem algumas indicações pouco importantes, “esquecendo” a referência principal.

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Então, Como Está A Funcionar Nas Escolas?

O plágio nas escolas pode existir num simples trabalho de casa. Como? Quando o aluno o apresenta como seu mas que foi feito na íntegra por outra pessoa, nomeadamente por um adulto.

Quando isto acontece no 1º ciclo, está a passar-se uma mensagem (errada): Não importa quem faz o trabalho, importa sim que seja entregue.

Neste caso, o papel da família é fundamental, tal como o do Professor Titular para explicar o que são Direitos de AutorPlágio e tentar desenvolver competências para utilização de referências bibliográficas na realização de determinados trabalhos.

E por aí em diante nos ciclos seguintes nos vários trabalhos que são solicitados.

Se tens algumas dúvidas (professor, aluno ou Encarregado de Educação) sobre como utilizar as referências bibliográficas nos trabalhos de investigação, posso sugerir que fales com o Professor Bibliotecário da tua escola/agrupamento. Certamente ele vai ter um documento orientador e pode dar-te muitas dicas.

Por falar em Dicas, sem aprofundar muito, deixo-te 4 formas simples para diminuir o plágio nos trabalhos que os alunos realizam:

  1. Não valorizar o trabalho totalmente plagiado, sem referências às fontes ou aos autores; Acontece, muitas vezes, que o aluno que plagia tem melhor avaliação do que o aluno que faz um trabalho “com menos qualidade” no conteúdo, mas original. É completamente contraproducente.
  2. Indicar no guião do trabalho as formas para fazer Referências Bibliográficas – Pode ser um resumo ou uma ligação para um documento com as normas. O guião pode conter a indicação de que o aluno será penalizado se não criar a Bibliografia e/ou se utilizar informações de autores que não refere.
  3. Solicitar trabalhos que incidam maioritariamente na opinião, análise, reflexão, apresentação de dados, resumos. Ou seja, não valorizar os conceitos e/ou opiniões de alguns autores, mas sim a opinião do aluno sobre algum/alguns aspetos do tema do trabalho.
  4. Apesar da importância do trabalho escrito, alternar ou complementar esse habitual relatório com uma apresentação oral. Desta forma, o aluno pode ser confrontado com questões que exijam raciocínio lógico, interpretação e associação dos conceitos que apresentou no trabalho.

São apenas 4 sugestões, existem muitas mais, como é óbvio. Seja como for, parece-me que este é um assunto que deve merecer relevância nos Conselhos Pedagógicos das Escolas/Agrupamentos, de tal forma que me parece fundamental a existência de um plano estratégico transversal que permita criar rotinas nesta área, desde o 1º ciclo, sempre com continuidade e uniformização nos ciclos posteriores.

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Como Detectar?

Perceber que um trabalho é totalmente plagiado pode ser fácil nuns casos, e um pouco mais difícil noutros.

Factos como a forma como o aluno articula o léxico, a comparação com o sua escrita nos trabalhos em aula, os brasileirismos utilizados no texto, a incoerência na estrutura do texto, entre outros, deveriam ser fáceis de detetar pelos professores e mais do que suficientes para penalizar a avaliação.

Mas há também casos em que essa deteção não é tão simples.

Por isso, existem ferramentas que permitem detetar plágio, a partir de simples parágrafospáginas web e até documentos (Word, PDF, PowerPoint, etc…).

Algumas funcionam totalmente online, outras precisam da instalação de software. Em qualquer dos casos, torna-se muito fácil detetar cópias integrais.

Existem versões totalmente gratuitas, outras gratuitas mas com limitações e outras que são pagas. Neste caso, tal como em outros, pode muito bem ser uma opção de escola, uma vez que os preços são bastante acessíveis.

Nos vários casos existentes, os algoritmos utilizados, alguns com indicadores de Inteligência Artificial, permitem o rastreio em vários idiomas.

Alguns destes programas oferecem relatórios completos com dados estatísticos sobre o nível de plágio, imagine-se!

Qual A Melhor Forma De Detetar Plágio?

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Não existem formas infalíveis, nem ideais, talvez a combinação de vários métodos possa aumentar a probabilidade de deteção.

Fiz Uma Listagem De 7 FERRAMENTAS Que Te Poderão Ajudar Nesta “Caça” Ao Plágio:

1 – Google

What??! Como assim?

Sim, pode parecer parvoíce, mas, muitas vezes, sem grande esforço, basta escolher um ou dois parágrafos de um trabalho e colocar na pesquisa do Google (ou de outro motor de busca) para chegar num instante à “fonte de inspiração”.

Apesar de não se tão poderoso como algumas aplicações, permite uma primeira abordagem e pode ser um bom indicativo para mostrar sites e documentos com conteúdo igual ou muito semelhante.

https://www.google.pt/

2 – Plagiarisma

Esta é uma das ferramentas grátis para deteção de plágio que aparece como sugestão habitual, pela sua qualidade.

A sua amplitude de busca não se resume a páginas na web, também o faz nas secções de armazenamento de documentos (Google Livros, Google Académico, jornais e revistas online, etc…).

A pesquisa pode ser feita diretamente por texto, numa página online (website, blog, apresentação) ou mesmo a partir de um ficheiro (o ficheiro do trabalho do aluno).

Pode ser utilizado online ou através de um aplicativo que podes instalar no computador.

http://plagiarisma.net/pt/

3 – Plagium

Website que permite a pesquisa de plágio a partir de textos, URL e/ou ficheiros. Tem uma interface muito simples e intuitiva, e é muito rápido na análise.

Apesar de ter limitações na versão gratuita (Até 25 000 caracteres), na maior parte dos casos é suficiente. A versão de software para instalação só existe na versão paga.

O valor cobrado nesta aplicação depende do tipo de pesquisa que se pretende realizar (texto, url ou ficheiro). No caso dos ficheiros o valor corresponde a 0,005€ por cada página.

https://www.plagium.com/

4 – Anti-Plagiarism

Esta ferramenta é totalmente gratuita, criada no âmbito das licenças Open-Source. É uma aplicação instalável concebida para detetar e impedir o plágio de forma eficaz.

Ferramenta muito versátil que permite o simples Copy+Paste de texto à verificação de ficheiros nos formatos  .rtf, .doc, .docx,.pdf.

https://sourceforge.net/projects/antiplagiarismc/

5 – Copy Leaks

Este é um projeto de verificação de plágio baseado totalmente na nuvem com a capacidade de realizar um rastreio de várias formas de violação de direitos de autor nos conteúdos online.

Esta aplicação pode ser utilizada em várias áreas, desde a educação até ao ramo empresarial. A versão grátis, tal como em outros casos, tem limitações. Mas na maior parte das situações é suficiente.

Contrariamente a outros exemplos, no Copy Leaks é necessária inscrição para poder utilizar as versões grátis.

https://copyleaks.com/

6 – Dupli Checker

Esta é uma das ferramentas gratuitas mais poderosas. Permite utilizar todas as funcionalidades sem limitação. Apenas exige o registo se quisermos realizar mais do que uma pesquisa por dia, até a um máximo de 50. Nada mau.

Apesar de apresentar um design não muito atrativo, a sua utilização é simples, intuitiva e rápida.

A verificação pode ser feita de duas formas, por parágrafos do trabalho (colados na área de pesquisa) ou através do upload de ficheiros para verificação.

Por enquanto, a grande desvantagem é que apenas funciona em língua inglesa. Pode servir perfeitamente para analisar trabalhos que a utilizem no seu conteúdos.

https://www.duplichecker.com/

7 – Plagiarism Checker

Versão totalmente gratuita funciona na web e apenas suporta pesquisas até 2000 palavras por cada pesquisa. A versão paga é negociada diretamente com os professores e/ou estabelecimentos.

O algoritmo deste software (na sua versão completa) permite um rastreio dos ficheiros numa comparação com:

  • Mais de 14 milhões de páginas web;
  • Mais de 2 milhões de trabalhos redigidos por alunos;
  • Milhões de publicações relevantes: livros, bases de dados de diários, ebooks, jornais e revistas.

https://www.plagiarismchecker.net/plagiarism-scanner.php

Espero que possam escolher uma das ferramentas e a comecem a testar já hoje com os trabalhos dos alunos.

Agir pedagogicamente nos casos de plágio é uma função do professor.

Boas caçadas! 🙂

Créditos da Imagem de destaque

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Levantamento da Unicamp consultou 958 estudantes; com base nos dados, instituição vai estabelecer política contra má-conduta nos trabalhos acadêmicos

Pesquisa inédita realizada com alunos de graduação e pós-graduação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) mostra que 87% deles chegaram à universidade sem ter noção exata do que é plágio e sem saber ao certo o que configura uma citação ou uma cópia de conteúdo em um trabalho acadêmico. Os resultados do levantamento serão apresentados nesta segunda-feira (29) à tarde.

O levantamento, “Estudo para o desenvolvimento de uma política de integridade acadêmica para a Unicamp”, foi realizado em agosto e setembro deste ano, por meio de um questionário online, seguido de entrevistas com amostras de estudantes. Ao todo, 958 estudantes de graduação (35%) e de pós-graduação (65%), de todas as áreas do conhecimento, responderam todas as questões. O trabalho foi realizado pela consultoria acadêmica Data 14, em parceria com a empresa de software educacional Turnitin.

A pesquisa mostrou, por exemplo, que a maioria dos alunos (98,4%) considera que copiar trechos de trabalhos é algo grave ou gravíssimo. No entanto, apenas uma minoria (4,5%) acredita que o plágio seja sempre intencional. Além disso, o levantamento aponta que 36,7% dos alunos admitem já ter copiado trechos de textos sem fazer a devida citação. E oito em cada dez alunos ouvidos afirmam que ações educativas podem prevenir que alunos cometam plágio.

Preocupação com imagem

A preocupação com a ocorrência de plágio em trabalhos acadêmicos é universal, especialmente nos tempos atuais em que o acesso à informação é muito mais fácil. De acordo com um estudo feito por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), 46% dos casos de retratações dos artigos científicos brasileiros foram causados por cópias de conteúdo, o que significa que quase metade dos trabalhos que chegam a ser identificados com alguma forma de má-conduta no Brasil copiaram trechos de outros textos publicados anteriormente. A pesquisa foi conduzida pela professora Sonia Vasconcellos e publicada na revista Science and Engineering Ethics, em 2016.

A própria Unicamp já foi vítima de má-conduta acadêmica envolvendo casos de plágio pelo menos duas vezes: uma delas terminou em suspensão do docente e a outra em demissão. No primeiro caso, em fevereiro de 2011, a instituição decidiu demitir um professor de dedicação exclusiva, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto, com mais de quinze anos de carreira, após investigar denúncias e entender que ele liderou pesquisas que plagiaram trabalhos de outros pesquisadores.

No outro caso, que terminou em outubro do mesmo ano, a Unicamp decidiu punir com 45 dias de suspensão um professor de química que foi acusado de fraudar onze artigos científicos sem citar os devidos créditos. “Essas ações maculam a imagem da universidade e precisamos trabalhar ações educativas para evitar que isso aconteça”, afirmou o pró-reitor de Pesquisa da Unicamp, Munir Skaf.

Segundo Skaf, a Unicamp sozinha é responsável pela publicação de cerca de 4.000 artigos científicos por ano – daí a preocupação da reitoria de evitar que eles sejam questionados por supostos plágios. “Quando surge uma denúncia ou constatação de má-conduta, o dano à universidade é muito grande. Por isso é preciso que a gente estabeleça políticas bem específicas para acatar essas denúncias e mecanismos para apurá-las”, explica.

Com os resultados da pesquisa, a Unicamp pretende reunir os dados e elaborar uma política de integridade acadêmica, com normas e regras a serem seguidas para evitar casos de má-conduta e, consequentemente, de fraudes. Também serão estabelecidas as punições, caso a má-conduta aconteça – algo inédito nas universidades brasileiras e seguindo o exemplo do que já acontece nas melhores universidades do mundo.

Na Caltech (EUA), por exemplo, estudantes e pós-doutorandos recebem treinamento especializado em ética na pesquisa e responsabilidade como parte de sua formação. Mesma coisa acontece em Harvard (EUA), onde os alunos também precisam incluir uma declaração de honra em provas e trabalhos acadêmicos. O documento da Unicamp deve ser finalizado em 2019.

Segundo o pró-reitor, o principal objetivo do levantamento foi identificar e compreender qual a verdadeira percepção e noção dos alunos sobre plágio. “A maioria dos alunos chega ao nível superior sem saber o que é plágio porque isso nunca foi falado no ensino médio. Mas, mesmo que a produção de textos originais seja pequena no ensino médio, esse é um assunto que precisa ser discutido”, avalia.

Software espião

Desde dezembro de 2016 a Unicamp usa um software desenvolvido pela multinacional Turnitin para identificar possíveis casos de plágio nos trabalhos acadêmicos. Segundo Mariana Rutigliano, gerente de marketing internacional da empresa, ao submeter um texto à plataforma, o sistema “vasculha” 62 bilhões de páginas para apontar os conteúdos irregulares.

Ao inserir o texto no banco de dados, o sistema consegue comparar e identificar trechos de similaridade, apontando a origem primária da fonte e o grau de similaridade. A busca é feita da língua inglesa para qualquer outro idioma, já que a maior parte dos trabalhos científicos são escritos em inglês.

Os trechos tidos como “suspeitos” são devolvidos grifados em cores diferentes e tanto o aluno quanto o professor conseguem saber a origem. Cada cor indica um possível erro. “Ficamos muito surpresos com a quantidade de alunos que não sabe o que é plágio e que não acham errado copiar trechos de trabalhos autorais. Precisamos solucionar esse problema”, diz Rutigliano.

O objetivo do uso do sistema, reforça o pró-reitor, é identificar as falhas e trabalhar para corrigi-las. “Não temos a intenção de punir o aluno. Essa é uma ferramenta educacional importante para ajudar o professor a orientar o aluno. Estamos trabalhando para que toda a comunidade acadêmica submeta seus trabalhos ao software”, afirmou Skaf.

O Instituto de Física da Unicamp é um dos que submete os trabalhos dos alunos à plataforma antiplágio como rotina em cinco disciplinas, onde a avaliação dos alunos é feita por meio de relatórios realizados em casa e não por meio de provas em sala de aula.

“Os principais casos de plágio que tivemos acesso são cópias de pequenos trechos sem a devida citação. O aluno não vê problema nisso. Na minha experiência pessoal, cerca de 40% dos trabalhos avaliados tinham alguma irregularidade nesse sentido”, diz o professor Rickson Coelho Mesquita. “Depois do uso da plataforma já vemos uma evolução e uma queda no número de casos.”

Recente

No Brasil, o assunto plágio e políticas para evitá-lo ainda são recentes. A movimentação pela integridade acadêmica teve um pontapé importante depois que a Fapesp anunciou um Código de Boas Práticas Científicas, em 2011, lançado após uma série de denúncias de má-conduta em universidades paulistas. No ano passado, a agência anunciou que passaria a indeferir projetos de melhoria na infraestrutura de instituições que não criarem um escritório voltado ao estímulo da integridade acadêmica.

Segundo Rutigliano, na Inglaterra, 90% das universidades usam o sistema da Turnitin. Nos EUA, 70% das instituições de ensino superior também aderiram ao software. No Brasil, por enquanto, apenas 33 universidades e algumas escolas internacionais usam a plataforma antiplágio da Turnitin. Segundo a empresa, até 20 de outubro deste ano, 206.455 mil trabalhos acadêmicos foram submetidos ao software no Brasil – desses, 5.267 foram produzidos na Unicamp.

“O Brasil ainda está muito atrasado em relação a outros países, essa era uma discussão quase inexistente nas universidades. Essa pesquisa agora servirá de base para ações importantes antiplágio e para a criação de ferramentas de ensino”, finaliza o professor Mesquita.

 

Fonte: https://veja.abril.com.br/educacao/pesquisa-87-dos-alunos-chegam-a-universidade-sem-saber-o-que-e-plagio/?fbclid=IwAR0iGhI6VSJGOHOFa5wERa7LZH6y7jSvF-HtNkclVrabVo7CSR4O7ZD55ls

Fonte: https://4gnews.pt/dica-detector-de-plagio-gratuito/

Ferramenta particularmente util no contexto académico

O plágio (vulgo cópia) é um fenómeno que teima em persistir no mundo académico e mesmo no mundo digital. Apesar de existirem várias ferramentas de verificação de fontes e correspondência, por vezes um simples detector de plágio fará toda a diferença na tua vida profissional ou pessoal.

No mundo digital e particularmente nas publicações de imprensa, sector onde os Blogs se têm evidenciado, nem sempre reina a boa -fé ou o profissionalismo e código de conduta adequada. Passos simples como declarar as fontes de informação são frequentemente omitidos e um simples detector de plágio pode fazer a diferença na hora de confrontar alguém que possas estar a usar indevidamente as tuas palavras e o teu trabalho.

Contudo, é no contexto académico em que um detector de plágio se revela particularmente útil. Em Portugal e no Brasil a maioria das universidades e instituições de ensino superior já utilizam pelo menos um detector de plágio. Sempre que submetes um trabalho, um relatório ou até uma tese (monografia), deves, obviamente declarar todas as tuas fontes de forma clara e não custa nada certificar-te de que o teu trabalho é, essencialmente, original.

detector de plágio
Relatório completo
 

O Plag.pt apresenta como principais vantagens a rapidez e o facto de trabalhar no modo “Fremium”. Isto é, podes submeter os teus trabalhos para revisão e análise, recebendo o relatório gratuitamente. Se sentires que a análise não está suficientemente abrangente ou concreta podes fazer um pagamento único, desbloqueando várias ferramentas adicionais e ainda mais detalhes na análise dos teus documentos.

Este detector de plágio seria perfeito se pudesse analisar documentos em PDF mas, sendo ele gratuito, não estava à espera que fosse extremamente abrangente e repleto de funcionalidades.  Em suma, serve bem para analisar documentos de texto mas gostaria de ver mais formatos uma vez que uso, maioritariamente, arquivos em PDF.

Algo que gostei particularmente foi o sistema de pontuação apresentada pelo detector de plágio. Isto é, após a análise o teu documento receberá uma pontuação de 0 a 100% que reflecte a percentagem de cópia presente no teu documento. Desde o número de frases similares, paráfrase e transcrições e até nos dá os links (as ligações) de algumas fontes. Um relatório bastante detalhado, mesmo num serviço gratuito. Receberás as informações no ecrã passado cerca de um minuto ou, caso tenhas desligado o computador, receberás as informações no teu email.

detector de plágio

Existem vários sites a prestar essencialmente o mesmo tipo de serviços mas raros são aqueles que te dão tanto detalhe nos seus relatórios e rapidez na produção dos mesmos. Temos o plagiarisma, o plagium, o Plagtracker, Duplichecker, o Copyscape, entre outros. Especialmente se trabalhares num Blog ou numa pequena redação, estas pequenas ferramentas gratuitas podem ser bem úteis. O meu veredicto acaba por ser positivo quanto aos serviços oferecidos pelo Plag.pt. É simples de usar e o modo fremium não é enganador.

Por vezes utilizamos certas frases, certos parágrafos ou mesmo certos textos e pensamentos como se fossem nossos. Incorporando-os de seguida nas nossas publicações. Ao invés de ser usado como fonte de inspiração para que o aluno, em seguida, desenvolva a sua própria investigação ou linha de pensamento, certos trechos são simplesmente copiados e incorporados no trabalho. Mais uma vez, nem sempre as fontes são devidamente citadas.

detector de plágio
Relatório no email

Sobretudo no ensino superior, e mesmo no secundário e básico, os professores estão cientes deste fenómeno e acreditem que já existem várias ferramentas de verificação, um simples detector de plágio pode expor o verdadeiro empenho que o aluno dedicou ao trabalho. Por outro lado, se fores aluno, certifica-te de que a tua publicação não apresenta um índice preocupante neste detector de plágio. Ao usares o Plag.pt o documento não ficará timbrado, isto é, podes submeter o teu trabalho sem qualquer preocupação. Especialmente nas imediações de um final de período ou semestre, a pressão aumenta, tal como a tentação.

Plag.pt – Detector de Plágio Gratuíto

O Plag.pt é um site que te permite averiguar de forma simples e expedita o grau de originalidade do teu artigo/trabalho. Através de uma comparação com os milhares de artigos/textos na Internet, este detector de plágio fornecerá  um relatório bem completo das frases que são plagiadas e chega mesmo a oferecer a possibilidade de verificar a fonte de cada frase exibida como plágio. Podes desbloquear mais funcionalidades mediante um pagamento único.

De forma rápida, este detector de plágio dá-te um relatório bem abrangente dos elementos da tua publicação. Trata-se de uma ferramenta útil para docentes e alunos ao mesmo tempo, poupando tempo ao docente e incentivando o aluno a esforçar-se mais. Em suma, este detector de plágio não deixa margem de dúvidas quanto à originalidade de um texto.Detector de Plágio

O Plag.pt é um serviço gratuito, implica o registo mas o mesmo pode ser efetuado com a tua conta Facebook, Google, etc. Podes submeter documentos em formato .doc e .docx. Numa questão de  minutos receberás no programa, ou no teu email caso tenhas fechado a página, o relatório completo com a percentagem de plágio presente no teu trabalho e os conteúdos plagiados apresentados a vermelho. Consulta este detector de plágio, aqui.

Los campus invierten en sistemas informáticos para poner freno al ‘corta y pega’ en los trabajos académicos

Fonte: http://economia.elpais.com/economia/2015/06/05/actualidad/1433510626_359303.html?rel=mas?rel=mas

Hace poco, Zulema Calderón, profesora de la Universidad Francisco de Vitoria(UFV), encargó a sus estudiantes de primer año de Derecho una pequeña investigación sobre grandes juristas de la historia. Los jóvenes, de entre 17 y 19 años, tenían que escoger entre personajes de la talla del filósofo Aristóteles, el teólogo Santo Tomás de Aquino, el jurista Hans Kelsen o el médico Wendell Holmes y exponer su aportación a las leyes en un artículo de unos 10 folios.

Cumplido el plazo para la entrega de los trabajos, Calderón los sometió al análisis de Ephorus, un software antiplagio que la universidad empezó a utilizar en el curso 2013-2014. El sistema detectó que los artículos de seis de los 40 estudiantes de la clase contenían párrafos copiados de webs que en conjunto suponían más del 40% del texto. En otros ocho trabajos, el porcentaje de copiado se situaba entre el 15% y el 20%.

“Hablé con cada uno de ellos por separado y les mostré la evidencia. Ephorus da un análisis detallado contra el que no cabe excusa”, señala. Pero lo más preo­cu­pante para la profesora fue la reacción de sorpresa de los alumnos ante lo que no consideraban una falta. “La mayoría lo había hecho sin malicia porque no tenía conciencia de que plagiar estaba mal. Los jóvenes de hoy tienen la cultura del copy-paste metida en su ADN y cuesta sacársela. Como es una generación que no lee, tampoco escribe y como escribe mal, copia. Es un círculo vicioso”, sostiene.

Al igual que Calderón, profesores de todos los niveles educativos se enfrentan a diario a la misma ingrata experiencia. El plagio de documentos académicos ha existido siempre, pero hace 20 años no era tan fácil como ahora. Se podía copiar un libro, pero había que hacerlo a mano, lo que al menos obligaba a una lectura superficial. Ahora, en cambio, la tarea que podía tomar horas se ha reducido a dos toques sobre la pantalla del móvil.

En 2007, la Universidad de las Islas Baleares efectuó una encuesta sobre esta práctica entre estudiantes usuarios del portal Universia. Los investigadores encontraron que seis de cada 10 alumnos aceptaban haber copiado y pegado fragmentos procedentes de una web. Además, nueve de cada 10 afirmaba que esta era una práctica extendida entre sus compañeros.

Frente a esta problemática, las universidades españolas han empezado a blindarse. Al igual que la UFV, muchas han incorporado tecnologías para la detección de plagios, algunas desarrolladas por ellas mismas y otras por terceros. En septiembre pasado, por ejemplo, la Universidad de León informó que pagará 9.000 euros al año por la licencia de Turnitin, un proveedor estadounidense de software antiplagio, aprovechando un descuento del 50% conseguido para sus asociadas por la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas (CRUE). La institución leonesa tomó esta medida después de que en una prueba piloto detectara que el 60% de los trabajos de sus estudiantes presentaba algún nivel de plagio.

Turnitin es el sistema más popular en España, entre otras cosas porque puede integrarse en Moodle, la aplicación web de acceso gratuito que utilizan casi todas las universidades españolas para administrar sus campus virtuales. La herramienta compara las frases de los textos analizados con los publicados en 45.000 millones de páginas webs. Luego muestra las partes coincidentes y las fuentes de las que han sido tomadas para que el profesor pueda valorar el grado de similitud.

“Llevamos tres años usando Turnitin”, indica Pedro Pérez Celis, subdirector para asuntos de gestión del conocimiento e infraestructuras de la Universidad Pontificia Comillas ICAI-ICADE. “El primer año, la tasa de copia era alta, pero el último año ha bajado bastante porque el sistema tiene un efecto disuasorio: el estudiante es consciente de que si plagia, lo van a coger”, precisa.

Turnitin informa de que actualmente 31 instituciones educativas usan la aplicación en España. De ellas, 21 son universidades y 14 son escuelas de educación secundaria. En el mercado hay más proveedores: la sueca Urkund, la francesa Compilatio, la británica CopyScape, la polaca Strike Plagiarismy la española Approbo son algunos.

La Universidad Oberta de Catalunya(UOC), 100% online, es de las que ha desarrollado su propia herramienta, aunque esta compara los textos de sus alumnos con documentos de su base de datos. Jordi Durán, jefe de proyectos tecnológicos de la UOC, justifica este modelo porque el tipo de plagio más común es el que se da entre estudiantes del mismo centro. Sin embargo, la institución planea atacar también la copia de Internet.

“Estamos valorando entre Turnitin, Urkund y Strike Plagiarism cuál es la que ofrece mayor cobertura y grado de acierto”, revela Durán. En paralelo, la UOC ha puesto en marcha dos nuevos proyectos de investigación, uno para desarrollar un programa que permita comprobar la autoría de un estudiante a partir de su estilo de escritura, y otro para determinar si los vídeos subidos por sus alumnos contienen imágenes originales o han sido tomadas de otros.

Pero por efectiva que sea la aplicación, Zulema Calderón, profesora de la UFV, advierte de que la solución no debe agotarse en la detección: “Hay que atajar el problema en el origen, es decir, en la voluntad del alumno. Hay que explicarle que plagiar no solo es una falta grave, sino que constituye también una oportunidad de aprendizaje perdida”.

TECNOLOGÍA PARA EL ‘ALUMNO 3.0’

Las universidades no solo están invirtiendo en tecnología para detectar el plagio, sino también para adaptarse a una nueva realidad que es la del estudiante conectado. En la Universidad Europea lo llaman el alumno 3.0. “Nuestro modelo académico se basa en la clase invertida”, dice Silvia Lavandera, responsable de tecnología. “El alumno asimila los contenidos en casa y hace las tareas en el aula, a la que ya no llega a sentarse y escuchar, sino a generar contenidos multimedia: apps, vídeos, mapas…”, precisa. El centro está testando también el uso de las Google Glass: enfermeros graban su día a día en un hospital y transmiten en tiempo real lo que están viviendo a un auditorio de alumnos de estudios de Salud y Biomédica.

La Universidad Nacional de Educación a Distancia (UNED), por su parte, ha creado un corrector electrónico que permite a los docentes trabajar sobre pruebas escaneadas, hacer marcas con el lápiz electrónico o el teclado, mostrar las correcciones o no a los alumnos y enviarles la nota. También permite que los exámenes tipo test se vuelquen en el programa y se corrijan de manera automática.

Por último, está Revisely, una aplicación que ayuda a los docentes en la tarea de corregir textos: detecta errores gramaticales y faltas de ortografía, y los acompaña de comentarios al margen. Además, proporciona al profesor la posibilidad de anotar sus propias observaciones y recomendar cambios al alumno. El programa nació hace un año en Holanda, donde es utilizado por las universidades de Tilburg y Utrecht, y está tratando ahora de introducirse en España, donde ha recibido 100.000 euros en capital semilla de la aceleradora Impact.